Catálogo › 1º ano EM › Química
Distribuição eletrônica
Níveis, subníveis e o diagrama de Linus Pauling para organizar os elétrons



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Níveis de energia (camadas)
- Os subníveis de energia
- Como usar o diagrama de Pauling
- Exemplo: ferro (Fe, Z = 26)
- Camada de valência e tabela periódica
- Cátions × ânions
- Notação abreviada e orbitais
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Distribuição eletrônica
Níveis de energia (camadas)
A ideia de níveis de energia vem do modelo atômico de Bohr: os elétrons ocupam regiões com energia definida ao redor do núcleo. Nos átomos conhecidos, existem sete níveis, também chamados de camadas, representados pelas letras K, L, M, N, O, P e Q, ou pelos números de um a sete. Quanto mais distante do núcleo, maior a energia do nível. Cada camada comporta um número máximo de elétrons: duas na K, oito na L, dezoito na M, trinta e dois na N e na O, dezoito na P e oito na Q. No estado fundamental, os elétrons ocupam primeiro os subníveis de menor energia.
Os subníveis de energia
Cada nível de energia é dividido em subníveis, representados pelas letras s, p, d e f. O subnível s comporta no máximo dois elétrons e existe em todos os níveis. O subnível p comporta até seis elétrons e aparece a partir do segundo nível. O d comporta até dez elétrons, a partir do terceiro nível. E o f comporta até catorze, a partir do quarto nível. Na notação, escrevemos o número do nível, a letra do subnível e, como expoente, a quantidade de elétrons. Por exemplo, dois p seis significa seis elétrons no subnível p do segundo nível.
Pontos principais
- Os elétrons ocupam níveis (K a Q) e subníveis s, p, d e f
- Os subníveis comportam no máximo 2, 6, 10 e 14 elétrons
- O diagrama de Pauling dá a ordem crescente de energia dos subníveis
- Em cátions, os elétrons saem da camada mais externa, não do último subnível
Referências usadas: Atkins; Brown; Feltre; Usberco e outras fontes listadas no último slide.
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