Escravidão e tráfico atlântico
A migração forçada de milhões de africanos para a América e suas marcas no Brasil



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Escravidão na África × escravidão moderna
- Como funcionava o tráfico
- O tráfico em números (estimativas)
- A travessia do Atlântico
- Trabalho e resistência
- Do fim do tráfico à abolição
- Citação: Lei nº 3.353, de 13 de maio de 1888
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Escravidão e tráfico atlântico
Escravidão na África × escravidão moderna
A escravidão já existia em várias sociedades africanas antes da chegada dos europeus, mas tinha características diferentes. Em muitos casos, estava ligada a guerras, dívidas ou punições, e o escravizado podia ser integrado à família ou à comunidade. A escravidão moderna, praticada na América, transformou pessoas em mercadorias, era hereditária, foi justificada também pela cor da pele e aconteceu em uma escala enorme, voltada para o lucro do comércio e das plantações.
Como funcionava o tráfico
O tráfico atlântico começou no século XV, com os portugueses, e cresceu muito quando as plantações de açúcar se espalharam pela América. Nos portos africanos, comerciantes trocavam produtos como tecidos, armas, tabaco e cachaça por pessoas escravizadas. Muitas dessas pessoas tinham sido capturadas em guerras entre povos africanos, num comércio que envolvia agentes na África, na Europa e na América. A maior parte dos levados ao Brasil veio da região do Congo e de Angola e do Golfo do Benim.
Pontos principais
- A escravidão moderna transformou pessoas em mercadoria em escala gigantesca
- O Brasil foi o maior destino do tráfico e o último país da América a abolir a escravidão
- Os escravizados resistiram de muitas formas e preservaram suas culturas
- A herança africana é parte central da formação do Brasil
Referências usadas: Alencastro; Florentino; Schwarcz e outras fontes listadas no último slide.
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