Absolutismo e mercantilismo
O poder dos reis e a economia dos Estados modernos europeus



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A formação dos Estados modernos
- O que é o absolutismo?
- Pensadores ligados ao poder absoluto
- Luís XIV: o símbolo do absolutismo
- Princípios do mercantilismo
- O mercantilismo em cada país
- O pacto colonial e o Brasil
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Absolutismo e mercantilismo
A formação dos Estados modernos
No final da Idade Média, os reis foram aos poucos concentrando o poder que antes estava espalhado entre os senhores feudais. Nisso, contaram com o apoio da burguesia, formada por comerciantes que queriam uma moeda única, leis iguais em todo o território e estradas seguras para fazer negócios. Com o dinheiro dos impostos, os reis criaram exércitos permanentes e uma burocracia de funcionários. Assim nasceram os Estados modernos, como Portugal, Espanha, França e Inglaterra.
O que é o absolutismo?
O absolutismo foi uma forma de governo em que o rei concentrava os poderes do Estado. Ele criava as leis, julgava, cobrava impostos e comandava o exército. Não existia separação entre os poderes, como temos hoje, nem uma constituição que limitasse o rei. Muitas pessoas acreditavam que o poder do rei vinha diretamente de Deus. Esse modelo predominou em vários países europeus entre os séculos dezesseis e dezoito. Na prática, porém, os reis ainda precisavam negociar com a nobreza e com a Igreja.
Pontos principais
- Os Estados modernos surgiram da aliança entre reis e burguesia
- No absolutismo, o rei concentrava os poderes, muitas vezes em nome de Deus
- Luís XIV, o Rei Sol, é o maior símbolo desse modelo
- O mercantilismo buscava acumular riqueza, e o Brasil serviu a esse sistema
Referências usadas: Anderson; Burke; Falcon; Hobbes; Maquiavel e outras fontes listadas no último slide.
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