Ciclo do açúcar
Engenhos, escravidão e a economia que marcou o Brasil colonial



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Por que o açúcar?
- As partes de um engenho
- O sistema de plantation
- Escravidão e resistência
- A sociedade açucareira
- Os holandeses e a crise do açúcar
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Ciclo do açúcar
Por que o açúcar?
Por que o açúcar? Na Europa, o açúcar era um produto caro e muito desejado, o que garantia bons lucros. Portugal já tinha experiência em produzi-lo nas ilhas do oceano Atlântico, como a Madeira. No Brasil, o clima quente e úmido e o solo de massapê do litoral do Nordeste eram ótimos para a cana-de-açúcar. A produção cresceu a partir da criação das capitanias hereditárias, em 1534, e Pernambuco e Bahia se tornaram os maiores centros açucareiros.
As partes de um engenho
O engenho era a unidade de produção do açúcar, e reunia várias construções. Havia os canaviais, onde a cana era plantada. A casa-grande era a moradia do senhor de engenho e de sua família. A senzala era o alojamento precário das pessoas escravizadas. Na moenda, a cana era moída para tirar o caldo, que depois era fervido em tachos na casa das caldeiras. Depois, na casa de purgar, o açúcar era clareado e secado. E a capela era o local das cerimônias religiosas.
Pontos principais
- O açúcar foi a base da economia colonial nos séculos XVI e XVII
- O engenho reunia plantação, produção e moradia
- A plantation se baseava em latifúndio, monocultura e trabalho escravizado
- A concorrência das Antilhas levou o açúcar brasileiro à crise
Referências usadas: Antonil; Fausto; Freyre; Schwartz e outras fontes listadas no último slide.
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