Catálogo › 2º ano EM › Química
Eletroquímica: pilhas e eletrólise
Oxirredução, pilha de Daniell, potenciais padrão, eletrólise e aplicações



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A base: reações de oxirredução
- Pilha × eletrólise
- Como funciona a pilha de Daniell
- Calculando a ddp da pilha de Daniell
- Eletrólise ígnea e aquosa
- Aspectos quantitativos
- Eletroquímica no dia a dia
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Eletroquímica: pilhas e eletrólise
A base: reações de oxirredução
Toda a eletroquímica se baseia nas reações de oxirredução. Oxidação é a perda de elétrons, e o número de oxidação da espécie aumenta. Redução é o ganho de elétrons, e o número de oxidação diminui. As duas acontecem sempre juntas: os elétrons que uma espécie perde são recebidos por outra. Quem sofre oxidação é o agente redutor, e quem sofre redução é o agente oxidante. A ideia central é esta: se fizermos os elétrons passarem por um fio, em vez de irem diretamente de uma substância para a outra, teremos corrente elétrica.
Pilha × eletrólise
Antes dos detalhes, vale comparar os dois processos. Na pilha, a reação é espontânea e transforma energia química em elétrica; o ânodo é o polo negativo e o cátodo, o positivo. Na eletrólise, a reação não é espontânea: usamos energia elétrica de um gerador para provocar uma transformação química, e os sinais dos polos se invertem. Mas uma regra vale para os dois: no ânodo sempre ocorre oxidação e no cátodo sempre ocorre redução. Uma dica para lembrar: ânodo e oxidação começam com vogal; cátodo e redução, com consoante.
Pontos principais
- Oxidação é perda de elétrons e redução é ganho; ocorrem juntas
- Na pilha, a reação espontânea gera corrente; ânodo (−) oxida e cátodo (+) reduz
- ΔE° = E°red maior − E°red menor; ddp positiva indica pilha espontânea
- A eletrólise usa eletricidade para reações não espontâneas, com Q = i · t
Referências usadas: Atkins; Brown; Feltre; Usberco e outras fontes listadas no último slide.
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