Vanguardas europeias
Os movimentos artísticos que romperam com a tradição no início do século XX



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Um mundo em transformação
- Linha do tempo das vanguardas
- A emoção e a cor em primeiro lugar
- Cubismo: vários ângulos ao mesmo tempo
- Futurismo: a arte da velocidade
- Dadaísmo × surrealismo
- As vanguardas chegam ao Brasil
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Vanguardas europeias
Um mundo em transformação
No começo do século vinte, o mundo mudava muito rápido, com fábricas, eletricidade, automóveis, aviões e cinema. A fotografia passou a registrar a realidade com precisão, e muitos pintores sentiram que não precisavam mais copiar o mundo como ele é. A Primeira Guerra Mundial trouxe destruição e desilusão. Nesse clima, artistas romperam com as regras da arte acadêmica e publicaram manifestos. A palavra vanguarda vem do francês avant-garde, termo militar para a tropa que vai à frente, abrindo caminho.
Linha do tempo das vanguardas
As vanguardas surgiram em sequência, em poucas décadas. Em 1905, aparecem o fauvismo, na França, e o grupo expressionista A Ponte, na Alemanha. Em 1907, Picasso pinta Les Demoiselles d'Avignon, considerada um marco do cubismo. Em 1909, o italiano Marinetti publica o Manifesto Futurista. Em 1916, em plena guerra, nasce o dadaísmo, no Cabaret Voltaire, em Zurique. E, em 1924, André Breton lança o Manifesto do Surrealismo, em Paris.
Pontos principais
- As vanguardas surgiram num mundo de máquinas, guerra e novas ideias
- Romperam com a arte acadêmica e lançaram manifestos
- Cada uma propôs algo novo: emoção, cor, geometria, movimento, acaso e sonho
- No Brasil, inspiraram a Semana de 22 e o modernismo
Referências usadas: Argan; Gombrich; Micheli; Teles e outras fontes listadas no último slide.
Você também pode gostar


