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Artes · 9º ano

Semana de Arte Moderna de 1922

Três noites no Theatro Municipal que mudaram a arte brasileira

Capa da apresentação Semana de Arte Moderna de 1922
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O que tem em cada slide

  1. Capa com nome e turma
  2. Sumário
  3. O Brasil e o mundo em 1922
  4. A exposição de Anita Malfatti (1917)
  5. Fevereiro de 1922, Theatro Municipal
  6. Quem participou
  7. Arte acadêmica × arte moderna
  8. O Modernismo depois da Semana
  9. O legado da Semana
  10. Você sabia?
  11. Conclusão
  12. Referências bibliográficas
Grátis

Resumo: Semana de Arte Moderna de 1922

O Brasil e o mundo em 1922

Em 1922, o Brasil comemorava cem anos de Independência. São Paulo crescia rapidamente com a riqueza do café, as novas indústrias e a chegada de imigrantes. Mas, nas artes, ainda predominava o academicismo, um estilo que seguia regras antigas e copiava modelos europeus. Enquanto isso, na Europa, as vanguardas, como o Cubismo, o Futurismo e o Expressionismo, estavam revolucionando a arte. Um grupo de jovens artistas brasileiros se perguntava: como criar uma arte moderna e, ao mesmo tempo, brasileira?

A exposição de Anita Malfatti (1917)

Um dos antecedentes mais importantes da Semana foi a exposição de Anita Malfatti, em 1917. Ela tinha estudado na Alemanha e nos Estados Unidos, onde conheceu o Expressionismo. Seus quadros tinham cores fortes e figuras deformadas, como A boba e O homem amarelo. O escritor Monteiro Lobato publicou uma crítica muito dura no jornal, e a exposição virou polêmica. Essa reação acabou unindo jovens como Mário de Andrade e Oswald de Andrade, que saíram em defesa da arte moderna.

Pontos principais

  • A Semana ocorreu em fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo
  • Foi preparada pela polêmica exposição de Anita Malfatti, em 1917
  • Reuniu artistas de várias linguagens contra o academicismo
  • Abriu caminho para uma arte moderna com temas brasileiros
Isso é só o começo. A apresentação completa tem 12 slides, o roteiro do que falar em todos eles e as referências. Baixar por R$ 9,90

Referências usadas: Amaral; Camargos; Proença e outras fontes listadas no último slide.

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