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Semana de 22 e o Modernismo
A Semana de Arte Moderna e a fase heroica do Modernismo brasileiro (1922–1930)



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Antecedentes da Semana
- A Semana de Arte Moderna
- Características da 1ª fase
- Revistas, manifestos e grupos
- Citação: Oswald de Andrade
- Principais autores e obras
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Semana de 22 e o Modernismo
Antecedentes da Semana
A Semana não surgiu do nada. No começo do século XX, as vanguardas europeias, como o Futurismo, o Cubismo, o Expressionismo e o Dadaísmo, propunham romper com a arte acadêmica. Jovens artistas brasileiros entraram em contato com essas ideias. São Paulo crescia rapidamente, com o café, a indústria e os imigrantes. Em 1917, a exposição de Anita Malfatti causou polêmica e foi atacada por Monteiro Lobato, o que uniu o grupo modernista. E o centenário da Independência, em 1922, colocava em debate a identidade nacional.
A Semana de Arte Moderna
A Semana de Arte Moderna aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, em fevereiro de 1922, com três noites principais de festivais, nos dias 13, 15 e 17. Houve exposição de artes plásticas no saguão, conferências, leitura de poemas e concertos. Participaram nomes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, o escultor Victor Brecheret e o compositor Villa-Lobos. A conferência de abertura foi de Graça Aranha. O público reagiu com vaias e risos, mas o evento virou o marco do Modernismo.
Pontos principais
- A Semana de 1922 é o marco inicial do Modernismo no Brasil
- A 1ª fase rompeu com o Parnasianismo e adotou verso livre e linguagem coloquial
- Os manifestos buscaram uma identidade brasileira crítica e original
- A Antropofagia segue central para entender a cultura do país
Referências usadas: Andrade; Bosi; Brito; Teles e outras fontes listadas no último slide.
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