Catálogo › 3º ano EM › Literatura
Modernismo: 2ª fase (1930–1945)
O romance de 30 e a poesia de Drummond e Cecília Meireles



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Contexto: um mundo em crise
- Características do romance de 30
- Graciliano Ramos (1892–1953)
- Outros nomes do romance de 30
- Carlos Drummond de Andrade
- Citação: Carlos Drummond de Andrade
- Cecília Meireles e outros poetas
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Modernismo: 2ª fase (1930–1945)
Contexto: um mundo em crise
A segunda fase do Modernismo nasce num mundo em crise. Houve a quebra da bolsa em 1929, a Revolução de 1930 e o início da Era Vargas, que levou ao Estado Novo, uma ditadura com censura e perseguição política. No mundo, cresciam o fascismo e o nazismo, até a Segunda Guerra. Nesse clima, a literatura ficou mais séria e engajada. A primeira fase tinha brigado pela renovação da linguagem; a segunda herda essa liberdade e a usa para pensar o Brasil, suas desigualdades e o próprio ser humano.
Características do romance de 30
O chamado romance de 30 tem algumas marcas fortes. O regionalismo, principalmente nordestino, coloca no centro a seca, a fome, a migração e a decadência dos engenhos. A denúncia social mostra a miséria, o coronelismo e a exploração do trabalhador. A linguagem é mais direta e próxima da fala, numa espécie de neorrealismo. E, em vários autores, há grande densidade psicológica, com personagens moldados pelo meio, mas cheios de conflitos interiores. Um precursor importante é A bagaceira, de José Américo de Almeida, de 1928.
Pontos principais
- A 2ª fase (1930–1945) amadurece o Modernismo em meio à Era Vargas e à guerra
- O romance de 30 une regionalismo, denúncia social e densidade psicológica
- Graciliano Ramos, em Vidas secas e São Bernardo, é o grande nome da prosa
- Drummond e Cecília renovam a poesia: o mundo social e o tempo fugaz
Referências usadas: Andrade; Bosi; Candido; Meireles; Ramos e outras fontes listadas no último slide.
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