Catálogo › 3º ano EM › Literatura
Pré-Modernismo
Euclides da Cunha, Lima Barreto e Monteiro Lobato: o Brasil real na literatura



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Contexto histórico
- Características do período
- Os sertões (1902), de Euclides da Cunha
- Citação: Euclides da Cunha
- Lima Barreto: o cronista do subúrbio
- Monteiro Lobato
- Outros autores do período
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Pré-Modernismo
Contexto histórico
O Pré-Modernismo vai, de forma aproximada, de 1902, quando sai Os sertões, até a Semana de Arte Moderna, em 1922. É a época da República Velha, com a política do café com leite, o coronelismo e o voto de cabresto. Foi também um período de conflitos, como Canudos, a Revolta da Vacina, a Revolta da Chibata e a Guerra do Contestado. Um detalhe importante para a prova: o Pré-Modernismo não foi uma escola literária com manifesto. O nome reúne autores diferentes que já antecipavam preocupações modernas.
Características do período
Quatro características ajudam a reconhecer um texto pré-modernista. Primeiro, a denúncia social: a miséria e a exclusão que a República não resolveu. Segundo, o interesse pelo Brasil não oficial, com o sertanejo, o caipira e o morador do subúrbio como personagens. Terceiro, um regionalismo crítico, que mostra o interior sem a idealização do Romantismo. E quarto, uma linguagem de transição: alguns autores ainda escrevem de forma rebuscada, enquanto outros, como Lima Barreto, já usam um estilo mais simples e próximo da fala.
Pontos principais
- O Pré-Modernismo foi uma transição, não uma escola com manifesto
- Seus autores mostraram o Brasil excluído: sertões, subúrbios e o interior pobre
- Euclides, Lima Barreto e Lobato uniram literatura e crítica social
- Esses temas abriram caminho para o Modernismo de 1922
Referências usadas: Barreto; Bosi; Cunha; Lobato e outras fontes listadas no último slide.
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