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Redemocratização do Brasil
Da abertura "lenta, gradual e segura" às Diretas Já e à Constituição de 1988



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- O fim do "milagre" e a crise
- Os passos da abertura
- A sociedade civil se organiza
- A Lei da Anistia (1979)
- Das Diretas Já à posse de Sarney
- A Constituição de 1988 e as diretas
- Uma transição negociada
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Redemocratização do Brasil
O fim do "milagre" e a crise
Nos anos 1970, o regime militar entrou em crise. O choque do petróleo de 1973 encerrou o milagre econômico, e cresceram a dívida externa, a inflação e a concentração de renda. Nas eleições de 1974, o MDB, o partido de oposição permitida pelo regime, teve um crescimento expressivo. Diante disso, o general Ernesto Geisel anunciou uma abertura lenta, gradual e segura. A ideia era devolver o poder aos civis aos poucos, mas sob controle dos próprios militares.
Os passos da abertura
A abertura não foi tranquila. Em 1975 e 1976, as mortes do jornalista Vladimir Herzog e do operário Manoel Fiel Filho, sob tortura em um órgão de repressão, geraram grande comoção. Em 1978, foi aprovada a revogação do AI-5. Em 1979, já no governo Figueiredo, vieram a Lei da Anistia e o fim do bipartidarismo, com novos partidos. Em 1981, o atentado do Riocentro mostrou que a linha-dura resistia. E, em 1982, houve eleições diretas para governador, com vitórias da oposição em estados importantes.
Pontos principais
- A crise econômica e política levou o regime a planejar uma abertura controlada
- Anistia, fim do AI-5 e pluripartidarismo marcaram a abertura
- A sociedade civil e as Diretas Já pressionaram pelo fim da ditadura
- A transição foi negociada e se consolidou com a Constituição de 1988
Referências usadas: Fausto; Napolitano; Schwarcz e outras fontes listadas no último slide.
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