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Ditadura Militar no Brasil
1964–1985: golpe, autoritarismo, milagre econômico, repressão e redemocratização



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- O contexto do golpe
- Os presidentes militares
- Os atos institucionais
- O milagre econômico (1968-1973)
- Repressão × resistência
- O caminho da redemocratização
- O regime em números
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Ditadura Militar no Brasil
O contexto do golpe
Para entender o golpe, é preciso pensar na Guerra Fria. Depois da Revolução Cubana, os Estados Unidos temiam que outros países latino-americanos se aproximassem do socialismo. No Brasil, o presidente João Goulart defendia as Reformas de Base, como a reforma agrária, e enfrentava oposição de militares, empresários, parte da Igreja e da classe média. Em 31 de março e 1º de abril de 1964, tropas se rebelaram e Jango foi deposto. Muitos historiadores falam em golpe civil-militar, por causa da participação de setores civis.
Os presidentes militares
Cinco generais governaram o país. Castelo Branco editou os primeiros atos institucionais, criou o bipartidarismo, com ARENA e MDB, e o regime aprovou a Constituição de 1967. Com Costa e Silva vieram os grandes protestos de 1968 e o AI-5. O governo Médici ficou conhecido como anos de chumbo, porque combinou o auge da repressão com o crescimento econômico. Geisel iniciou a abertura lenta, gradual e segura, e Figueiredo conduziu a anistia e a transição para o governo civil.
Pontos principais
- O golpe de 1964 ocorreu no contexto da Guerra Fria e teve apoio de setores civis
- O regime governou por atos institucionais; o AI-5 marcou o endurecimento
- O milagre econômico trouxe crescimento, mas concentrou renda e gerou dívida
- A abertura, a anistia e as Diretas Já levaram à Constituição de 1988
Referências usadas: Fausto; Gaspari; Napolitano e outras fontes listadas no último slide.
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