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Crise de 1929 e totalitarismos
A Grande Depressão, o New Deal e a ascensão do fascismo, do nazismo e do stalinismo



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Os EUA nos anos 1920
- A quebra de 1929 em números
- Respostas à crise
- Características dos regimes totalitários
- Fascismo e nazismo
- Stalinismo na União Soviética
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Crise de 1929 e totalitarismos
Os EUA nos anos 1920
Depois da Primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos se tornaram a maior economia do mundo e passaram a emprestar dinheiro aos países europeus. Os anos 1920 foram de euforia: a indústria crescia, as pessoas compravam carros e eletrodomésticos a crédito, e o estilo de vida americano virou modelo. Mas havia problemas. A produção crescia mais rápido do que a capacidade de consumo, o que gerou superprodução. E muita gente comprava ações com dinheiro emprestado, apostando que os preços subiriam sempre. Tudo isso sob a ideia liberal de que o mercado se regula sozinho.
A quebra de 1929 em números
Em outubro de 1929, a bolha estourou. Na quinta-feira, dia vinte e quatro, começou uma onda de vendas na Bolsa de Nova York, e no dia vinte e nove os preços despencaram de novo. Investidores perderam tudo, bancos quebraram aos milhares, empresas fecharam e o desemprego nos Estados Unidos chegou a cerca de um quarto da força de trabalho em 1933. Como os americanos cortaram empréstimos e importações, a crise se espalhou pelo mundo e ficou conhecida como Grande Depressão.
Pontos principais
- A Crise de 1929 resultou de superprodução, especulação e falta de regulação
- O New Deal marcou o aumento da intervenção do Estado na economia
- A crise enfraqueceu democracias e favoreceu regimes autoritários
- Fascismo, nazismo e stalinismo usaram partido único, propaganda e terror
Referências usadas: Arendt; Fausto; Hobsbawm; Vicentino e outras fontes listadas no último slide.
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