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Independências na América
Do Haiti aos libertadores: como as colônias americanas romperam com as metrópoles



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A crise do sistema colonial
- A sociedade da América espanhola
- Principais marcos
- Revolução do Haiti (1791–1804)
- Bolívar e San Martín
- América espanhola × Brasil
- O que mudou e o que permaneceu
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Independências na América
A crise do sistema colonial
No fim do século dezoito, o sistema colonial entrou em crise. As ideias iluministas questionavam o absolutismo e defendiam a soberania popular. A independência dos Estados Unidos, em 1776, e a Revolução Francesa, em 1789, serviram de exemplo. As elites coloniais estavam insatisfeitas com o monopólio comercial, e a Inglaterra, já industrializada, queria vender livremente na América. O estopim veio em 1808, quando Napoleão invadiu a Espanha e prendeu o rei. Nas colônias, formaram-se juntas de governo que abriram caminho para a ruptura.
A sociedade da América espanhola
Para entender as independências hispânicas, é preciso conhecer a sociedade colonial. No topo estavam os chapetones, nascidos na Espanha, que ocupavam os altos cargos. Os criollos, filhos de espanhóis nascidos na América, tinham terras e riqueza, mas eram excluídos do poder político, e foram eles que lideraram as independências. Abaixo vinham os mestiços e, na base, indígenas e africanos escravizados, que sustentavam a economia. Os criollos queriam autonomia, mas temiam revoltas populares que mudassem essa hierarquia.
Pontos principais
- Iluminismo, crise do monopólio e invasão napoleônica explicam as independências
- O Haiti fez a única independência liderada por escravizados
- Bolívar e San Martín lideraram a luta, mas a América espanhola se fragmentou
- As elites mantiveram a desigualdade social e a dependência econômica
Referências usadas: Bethell; James; Prado e outras fontes listadas no último slide.
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