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Brasil Colônia
Economia, sociedade e resistências na América portuguesa (1500–1822)



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A lógica da colonização
- Marcos do período colonial
- A economia açucareira
- Uma sociedade escravista e patriarcal
- A escala da escravidão
- Açúcar × mineração
- Formas de resistência
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Brasil Colônia
A lógica da colonização
Nas primeiras décadas após 1500, Portugal se limitou a explorar o pau-brasil, usando o trabalho indígena em troca de objetos, o escambo. A presença de franceses e outros europeus levou a Coroa a ocupar o território de fato, com as capitanias hereditárias, a partir de 1534. Como a maioria delas fracassou, foi criado o Governo-Geral, e Tomé de Sousa fundou Salvador em 1549. Tudo isso seguia a lógica mercantilista: a colônia existia para enriquecer a metrópole. O pacto colonial garantia o exclusivo metropolitano, ou seja, o comércio só podia ser feito com Portugal.
Marcos do período colonial
Alguns marcos ajudam a organizar o período. Em 1534 são criadas as capitanias hereditárias. Em 1549 chegam a Salvador o primeiro governador-geral e os padres jesuítas, responsáveis pela catequese. Entre 1580 e 1640, durante a União Ibérica, Portugal ficou sob o mesmo rei da Espanha, o que favoreceu a expansão para além do Tratado de Tordesilhas. Entre 1630 e 1654, os holandeses ocuparam Pernambuco, a principal área açucareira. E, na década de 1690, a descoberta de ouro mudou o eixo econômico da colônia.
Pontos principais
- A colonização seguiu a lógica mercantilista do pacto colonial
- Açúcar e ouro dependeram do trabalho de africanos e indígenas escravizados
- A sociedade era hierarquizada, patriarcal e com pouca mobilidade
- Quilombos, lutas indígenas e revoltas mostram que houve resistência constante
Referências usadas: Fausto; Prado Júnior; Schwarcz; Schwartz e outras fontes listadas no último slide.
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