Independência da América espanhola
Como as colônias da Espanha se tornaram países independentes no século XIX



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A sociedade colonial hispano-americana
- Por que as colônias se separaram
- Linha do tempo das independências
- Dois caminhos diferentes
- Os libertadores
- O sonho de Bolívar
- O que mudou e o que permaneceu
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Independência da América espanhola
A sociedade colonial hispano-americana
A sociedade colonial hispano-americana era muito desigual. No topo estavam os chapetones, nascidos na Espanha, que ocupavam os altos cargos do governo e da Igreja. Depois vinham os criollos, descendentes de espanhóis nascidos na América. Eles eram donos de terras, minas e comércio, mas não tinham acesso aos principais cargos, o que gerava muita insatisfação. Abaixo estavam os mestiços, e na base, a maioria da população: indígenas, submetidos a trabalho forçado, e africanos e seus descendentes escravizados. Essa desigualdade é fundamental para entender a independência.
Por que as colônias se separaram
Várias causas explicam a independência. As ideias do Iluminismo, que defendiam a liberdade e um governo baseado na vontade do povo, circulavam entre os criollos. A independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa serviram de exemplo. Além disso, a Coroa espanhola fez reformas que aumentaram os impostos e o controle sobre as colônias. E os criollos queriam comerciar livremente, principalmente com a Inglaterra. O estopim veio em 1808: Napoleão invadiu a Espanha e tirou o rei Fernando Sétimo do trono. Na América, surgiram juntas de governo que, aos poucos, passaram a defender a independência.
Pontos principais
- A desigualdade colonial e a insatisfação dos criollos motivaram a independência
- O Iluminismo e a invasão da Espanha por Napoleão aceleraram o processo
- Bolívar, San Martín, Sucre e Hidalgo foram líderes importantes
- A América espanhola se fragmentou, e as desigualdades sociais permaneceram
Referências usadas: Bethell; Halperin Donghi; Prado e outras fontes listadas no último slide.
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