Abolição da escravatura
Resistência, leis abolicionistas e o longo caminho até 1888



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A escravidão no Brasil do século XIX
- Quem lutou pelo fim da escravidão
- As leis até a abolição
- Citação: Lei nº 3.353, de 13 de maio de 1888 (Lei Áurea)
- Nomes do abolicionismo
- O que a Lei Áurea fez × o que faltou
- Legados da escravidão hoje
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Abolição da escravatura
A escravidão no Brasil do século XIX
Desde a colonização, a escravidão foi a base da economia brasileira, nos engenhos, nas minas e depois nos cafezais. Estima-se que cerca de quatro milhões e oitocentos mil africanos escravizados desembarcaram no Brasil, o maior número das Américas. No século XIX, a Inglaterra passou a pressionar pelo fim do tráfico. Mesmo assim, depois da independência, a elite agrária manteve a escravidão. O resultado é que o Brasil foi o último país independente das Américas a aboli-la, apenas em 1888.
Quem lutou pelo fim da escravidão
A abolição não foi um presente. As pessoas escravizadas resistiram o tempo todo: fugiram e formaram quilombos, como Palmares, fizeram revoltas, como a dos Malês, em Salvador, em 1835, compraram a própria liberdade e recorreram à Justiça. Nos anos 1880, houve fugas em massa das fazendas. Ao mesmo tempo, cresceu a campanha abolicionista, com jornais, conferências, poemas e clubes que ajudavam fugitivos. A pressão foi tão grande que algumas províncias, como o Ceará, aboliram a escravidão antes da lei nacional, em 1884.
Pontos principais
- A escravidão foi a base da economia brasileira por mais de três séculos
- A abolição resultou da resistência negra e da campanha abolicionista
- As leis foram graduais até a Lei Áurea, de 13 de maio de 1888
- Sem políticas de inclusão, a abolição deixou desigualdades que persistem
Referências usadas: Albuquerque; Costa; Nabuco; Schwarcz e outras fontes listadas no último slide.
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