Catálogo › 3º ano EM › Filosofia
Filosofia da ciência
O que torna um conhecimento científico? Indução, Popper, Kuhn e os limites da ciência



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Uma reflexão sobre a própria ciência
- Momentos marcantes
- Indução × dedução
- O problema da indução
- Karl Popper: a ciência pode errar
- Kuhn: como a ciência muda
- Ciência × pseudociência
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Filosofia da ciência
Uma reflexão sobre a própria ciência
A filosofia da ciência não faz experimentos: ela reflete sobre a própria ciência. Pergunta o que é o método científico, por que confiamos nele, como uma teoria passa a ser aceita e por que outra é abandonada. Também discute se as teorias descrevem a realidade como ela é ou se são modelos úteis para prever fenômenos. Ela é um ramo da epistemologia, a parte da filosofia que estuda o conhecimento, e nos ajuda a distinguir ciência de simples opinião.
Momentos marcantes
Vamos ver alguns momentos importantes. Em 1620, Francis Bacon publicou o Novum Organum, defendendo que a ciência parte da observação e chega a leis gerais pela indução. Em 1748, David Hume mostrou que a indução não tem uma justificativa lógica segura. Nos anos 1920, o Círculo de Viena defendeu que só tem sentido o que pode ser verificado pela experiência. Em 1934, Karl Popper propôs a falseabilidade. E, em 1962, Thomas Kuhn revolucionou o debate com a ideia de paradigma.
Pontos principais
- A filosofia da ciência reflete sobre o método e os limites do saber científico
- Hume mostrou que a indução não oferece certeza absoluta
- Para Popper, ciência é o que pode ser testado e refutado
- Para Kuhn, a ciência muda por revoluções entre paradigmas
Referências usadas: Aranha; Chalmers; Hume; Kuhn; Popper e outras fontes listadas no último slide.
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