Ditadura Militar no Brasil
De 1964 a 1985: o golpe, os governos militares, a repressão e a redemocratização



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- O contexto do golpe de 1964
- Os presidentes militares
- Os atos institucionais
- O “milagre econômico” e seus limites
- Repressão e resistência
- Alguns números do período
- O caminho da redemocratização
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Ditadura Militar no Brasil
O contexto do golpe de 1964
O golpe aconteceu no contexto da Guerra Fria, a disputa entre Estados Unidos e União Soviética. No Brasil, João Goulart assumiu a presidência em 1961, depois da renúncia de Jânio Quadros, e defendia as Reformas de Base, como a reforma agrária. Seus opositores acusavam o governo de aproximação com o comunismo, e a sociedade ficou polarizada, com grandes manifestações dos dois lados. Em 31 de março e 1º de abril de 1964, militares derrubaram Goulart. Como o golpe teve apoio de setores civis, muitos historiadores usam o termo golpe civil-militar.
Os presidentes militares
Cinco generais governaram o país, todos escolhidos de forma indireta. Castelo Branco editou os primeiros atos institucionais e criou o bipartidarismo. No governo Costa e Silva aconteceram os grandes protestos de 1968 e foi decretado o AI-5. Médici governou no auge da repressão e do chamado milagre econômico. Geisel iniciou a abertura política, que ele chamou de lenta, gradual e segura. E Figueiredo assinou a Lei da Anistia e enfrentou a crise econômica e a campanha das Diretas Já.
Pontos principais
- O golpe de 1964 ocorreu num contexto de Guerra Fria e polarização
- Os atos institucionais, como o AI-5, restringiram direitos e liberdades
- O milagre econômico trouxe crescimento, mas também desigualdade e dívida
- A abertura e a pressão popular levaram à Constituição de 1988
Referências usadas: Fico; Gaspari; Napolitano e outras fontes listadas no último slide.
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