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Simbolismo: Cruz e Sousa
Música, mistério e espiritualidade na poesia do fim do século XIX



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Contexto: a crise das certezas
- Parnasianismo × Simbolismo
- Marcas do estilo simbolista
- Cruz e Sousa (1861–1898)
- Citação: Cruz e Sousa
- A obra de Cruz e Sousa
- Alphonsus de Guimaraens
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Simbolismo: Cruz e Sousa
Contexto: a crise das certezas
No fim do século dezenove, a ciência, o positivismo e o materialismo pareciam capazes de explicar tudo. Muitos artistas reagiram a essa visão, buscando o mistério, o espiritual e aquilo que não se explica pela razão. O movimento nasceu na França, tendo Baudelaire, com As flores do mal, como grande precursor, e poetas como Verlaine, Rimbaud e Mallarmé. No Brasil, o marco inicial é 1893, com Missal e Broquéis, de Cruz e Sousa. O Simbolismo conviveu com o Parnasianismo, que tinha mais prestígio.
Parnasianismo × Simbolismo
Uma comparação muito cobrada em vestibulares é entre Parnasianismo e Simbolismo, que são contemporâneos. Os parnasianos buscavam objetividade, descrição precisa, rima rica e métrica perfeita, muitas vezes com temas da Antiguidade clássica. Os simbolistas, ao contrário, preferiam sugerir em vez de descrever. Valorizavam a musicalidade, a subjetividade, o misticismo e o sonho. Os dois movimentos se preocupam com a forma, mas, enquanto o parnasiano quer esculpir o verso, o simbolista quer que ele soe como música.
Pontos principais
- O Simbolismo reagiu ao materialismo e buscou o mistério e o espiritual
- Musicalidade, sinestesia, sugestão e misticismo são suas marcas
- Cruz e Sousa iniciou o movimento no Brasil em 1893, com Missal e Broquéis
- Sua obra une busca de transcendência e a dor de quem enfrentou o racismo
Referências usadas: Bosi; Candido; Cruz E Sousa; Moisés e outras fontes listadas no último slide.
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