Catálogo › 2º ano EM › Literatura
Naturalismo e Aluísio Azevedo
O romance como experimento: ciência, determinismo e O Cortiço



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Ciência no centro do pensamento
- Marcas do romance naturalista
- Realismo × Naturalismo
- Aluísio Azevedo (1857–1913)
- O Cortiço (1890)
- Personagens marcantes
- Citação: Aluísio Azevedo
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Naturalismo e Aluísio Azevedo
Ciência no centro do pensamento
O Naturalismo nasce num momento de grande confiança na ciência. O positivismo de Auguste Comte defendia que só vale o conhecimento baseado na observação. Darwin falava de seleção natural e luta pela sobrevivência. Hippolyte Taine dizia que o ser humano é determinado pelo meio, pela raça e pelo momento histórico. Na França, Émile Zola propôs o romance experimental. No Brasil, o marco é 1881, com O Mulato, de Aluísio Azevedo, mesmo ano das Memórias Póstumas de Machado.
Marcas do romance naturalista
Estas são as principais marcas do romance naturalista. O determinismo: as personagens são produtos do meio e da hereditariedade. A zoomorfização: pessoas são descritas como animais, movidas por instintos. Há grande interesse por doenças, vícios e sexualidade. O romance funciona como uma tese, tentando provar uma ideia como num experimento. O narrador é em terceira pessoa, objetivo e detalhista. E o foco recai sobre as classes populares e os ambientes coletivos, como cortiços e pensões.
Pontos principais
- O Naturalismo aplicou ideias científicas, como o determinismo, à literatura
- Seus romances retratam as camadas populares e explicam o comportamento pelo meio
- Aluísio Azevedo é o principal naturalista brasileiro; O Mulato abriu a escola
- O Cortiço faz do coletivo a personagem central e expõe a exploração social
Referências usadas: Azevedo; Bosi; Candido; Moisés e outras fontes listadas no último slide.
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