Redemocratização e Constituição de 1988
Da abertura política às Diretas Já e à Constituição Cidadã



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A abertura política
- O caminho da redemocratização
- A Lei da Anistia (1979)
- As Diretas Já (1983-1984)
- Do Colégio Eleitoral à Constituinte
- Citação: Constituição Federal de 1988
- A Constituição Cidadã
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Redemocratização e Constituição de 1988
A abertura política
Na metade dos anos 1970, o regime militar começou um processo de abertura política. O general Ernesto Geisel anunciou uma abertura lenta, gradual e segura, ou seja, controlada pelos próprios militares. Ao mesmo tempo, o chamado milagre econômico tinha acabado, e o país enfrentava inflação alta e uma enorme dívida externa. A sociedade passou a pressionar: entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, a Associação Brasileira de Imprensa e a CNBB, além de jornalistas e estudantes, exigiam democracia. E as grandes greves dos metalúrgicos do ABC paulista mostraram a força dos trabalhadores.
O caminho da redemocratização
Esta linha do tempo resume a redemocratização. Em 1979, foram aprovadas a Lei da Anistia e a reforma que acabou com o bipartidarismo, permitindo a criação de novos partidos. Em 1982, houve eleições diretas para governador, as primeiras desde 1965. Em 1984, milhões de pessoas foram às ruas na campanha das Diretas Já. Em 1985, Tancredo Neves foi eleito presidente de forma indireta, mas quem assumiu foi José Sarney. E em 5 de outubro de 1988 foi promulgada a nova Constituição.
Pontos principais
- A abertura foi lenta, mas acelerada pela pressão da sociedade
- Anistia e pluripartidarismo marcaram o fim dos anos 1970
- As Diretas Já mostraram o desejo popular por democracia
- A Constituição de 1988 ampliou direitos e consolidou a democracia
Referências usadas: Fausto; Napolitano; Schwarcz e outras fontes listadas no último slide.
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