Neoclassicismo e Romantismo nas artes
Da razão inspirada na Antiguidade à emoção e à liberdade criadora



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Uma época de revoluções
- Neoclassicismo: a razão e a Antiguidade
- Artistas e obras neoclássicas
- Romantismo: emoção e liberdade
- Artistas e obras românticas
- Neoclassicismo × Romantismo
- Neoclassicismo e Romantismo no Brasil
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Neoclassicismo e Romantismo nas artes
Uma época de revoluções
Esses movimentos nasceram em uma época de grandes mudanças: Iluminismo, Revolução Francesa, Era Napoleônica e Revolução Industrial. As escavações das cidades romanas de Herculano e Pompeia, a partir de 1738 e 1748, despertaram interesse pela Antiguidade. Em 1784, Jacques-Louis David pintou O juramento dos Horácios, marco neoclássico. Em 1789 veio a Revolução Francesa. Depois, o Romantismo ganhou força com A balsa da Medusa, de Géricault, e A Liberdade guiando o povo, de Delacroix, de 1830.
Neoclassicismo: a razão e a Antiguidade
O Neoclassicismo buscou inspiração na arte grega e romana. Ele valoriza o equilíbrio, a simetria e a clareza, e dá mais importância ao desenho e ao contorno nítido do que à cor. Os temas são heroicos e históricos, exaltando o dever, a virtude e o amor à pátria, valores ligados ao Iluminismo. Foi também uma reação aos exageros decorativos do Barroco e do Rococó. O historiador Johann Winckelmann resumiu o ideal grego como nobre simplicidade e serena grandeza.
Pontos principais
- Os dois estilos surgem em uma era de revoluções políticas e sociais
- O Neoclassicismo une razão, linha e modelos da Antiguidade
- O Romantismo valoriza emoção, cor, natureza sublime e nacionalismo
- No Brasil, chegam com a Missão Francesa e a Academia Imperial
Referências usadas: Argan; Gombrich; Janson; Proença e outras fontes listadas no último slide.
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