Catálogo › 2º ano EM › Filosofia
Filosofia política moderna
Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau: poder, Estado e contrato social



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Maquiavel e a autonomia da política
- A lógica do contrato social
- Hobbes: o Estado como Leviatã
- Locke e o liberalismo
- Rousseau e a vontade geral
- Citação: Jean-Jacques Rousseau
- Comparando os contratualistas
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Filosofia política moderna
Maquiavel e a autonomia da política
Nicolau Maquiavel foi um diplomata de Florença que viveu entre os séculos quinze e dezesseis e escreveu O Príncipe. Ele propôs olhar a verdade efetiva das coisas, ou seja, a política como ela realmente é. Com isso, separou a política da moral religiosa: o governante deve agir para conquistar e manter o poder e garantir a estabilidade. Para ele, é melhor ser temido do que amado, se não for possível ser os dois, mas nunca odiado. A frase os fins justificam os meios, aliás, não aparece literalmente na obra.
A lógica do contrato social
Hobbes, Locke e Rousseau são chamados de contratualistas. Eles imaginam um estado de natureza, uma situação hipotética anterior a qualquer governo. Esse estado tem algum problema, como insegurança ou conflitos. Para resolvê-lo, as pessoas fazem um contrato social, aceitando regras e uma autoridade comum, e nasce o estado civil. A grande novidade é que o poder deixa de ser justificado por Deus ou pela tradição e passa a vir do consentimento das pessoas.
Pontos principais
- Maquiavel separou a política da moral e a estudou como ela é
- Os contratualistas explicam o Estado como fruto de um acordo entre as pessoas
- Hobbes defende o soberano absoluto; Locke, o governo limitado
- Rousseau defende a soberania popular, base das ideias democráticas
Referências usadas: Hobbes; Locke; Maquiavel; Rousseau; Weffort e outras fontes listadas no último slide.
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