Catálogo › 2º ano EM › Filosofia
Empirismo: Locke e Hume
A experiência como fonte do conhecimento e a crítica à causalidade



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Racionalismo × empirismo
- John Locke (1632–1704)
- Como se formam as ideias
- David Hume (1711–1776)
- Dois tipos de conhecimento
- A crítica à causalidade
- Ceticismo e legado de Hume
- Citação: David Hume
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Empirismo: Locke e Hume
Racionalismo × empirismo
Nos séculos dezessete e dezoito, a grande pergunta da filosofia era: de onde vem o conhecimento? Os racionalistas, como Descartes, respondiam que vem da razão, e que nascemos com algumas ideias inatas, como a de Deus ou as verdades matemáticas. Os empiristas discordavam: para eles, tudo começa na experiência dos sentidos, e não existem ideias inatas. Por isso valorizavam a observação e a indução. Os principais nomes foram Bacon, Locke, Berkeley e Hume, quase todos britânicos.
John Locke (1632–1704)
John Locke foi um filósofo inglês, autor do Ensaio sobre o entendimento humano, de 1690. Ele atacou a ideia de que nascemos com ideias prontas. Seu argumento era simples: se houvesse ideias inatas, todas as pessoas, inclusive as crianças, as teriam, e não é isso que observamos. Para Locke, a mente ao nascer é como uma tábula rasa, um papel em branco, e é a experiência que vai escrevendo nela, ao longo da vida.
Pontos principais
- O empirismo defende que todo conhecimento vem da experiência, sem ideias inatas
- Locke via a mente como tábula rasa, preenchida pela sensação e pela reflexão
- Hume dividiu as percepções em impressões e ideias e criticou a causalidade
- O problema da indução de Hume ainda desafia a filosofia e a ciência
Referências usadas: Aranha; Chaui; Hume; Locke; Marcondes e outras fontes listadas no último slide.
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