Intertextualidade
Quando um texto conversa com outro: citação, paráfrase, paródia e mais



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Textos que conversam entre si
- Explícita ou implícita?
- Principais tipos de intertexto
- Paráfrase × paródia
- Citação: Gonçalves Dias
- A Canção do exílio recriada
- Intertextualidade no cotidiano
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Intertextualidade
Textos que conversam entre si
Intertextualidade é a presença de um texto dentro de outro. Isso acontece quando um autor retoma, cita, imita ou transforma algo que já foi escrito ou dito antes. Para perceber esse diálogo, o leitor precisa conhecer o texto de origem, e é por isso que a leitura amplia o nosso repertório. Esse recurso está em todo lugar: na literatura, nas músicas, nas propagandas, nos filmes e até nos memes. O termo foi proposto pela estudiosa Julia Kristeva, na década de 1960.
Explícita ou implícita?
A intertextualidade pode ser explícita ou implícita. Na explícita, a fonte aparece claramente: o texto usa aspas, cita o nome do autor ou da obra. Isso é comum em textos científicos, trabalhos escolares e notícias. Na implícita, a fonte não é indicada, e cabe ao leitor reconhecer o texto de origem. Isso acontece muito em poemas, músicas e propagandas. Quando o leitor não conhece a referência, ele pode entender o texto, mas perde uma parte importante do sentido.
Pontos principais
- Intertextualidade é o diálogo entre textos
- Ela pode ser explícita, com a fonte indicada, ou implícita
- Citação, epígrafe, alusão, paráfrase, paródia e pastiche são tipos de intertexto
- Quanto mais lemos, mais referências conseguimos reconhecer
Referências usadas: Dias; Fiorin; Koch; Sant'Anna e outras fontes listadas no último slide.
Você também pode gostar


