Catálogo › 2º ano EM › História
Independência do Brasil
Da chegada da corte ao Sete de Setembro: ruptura, continuidades e disputas



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- A crise do sistema colonial
- A corte portuguesa no Brasil
- Mudanças trazidas pela corte
- Passos até a independência
- Os interesses em disputa
- Guerras e construção do Estado
- Consequências em números
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Independência do Brasil
A crise do sistema colonial
Desde o fim do século dezoito havia sinais de crise no sistema colonial. O Iluminismo, a independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa inspiravam críticas ao absolutismo e ao monopólio comercial. Na Inconfidência Mineira, em 1789, os conspiradores reagiam aos impostos. Na Conjuração Baiana, em 1798, havia ainda reivindicações populares e contra a escravidão. Em 1817, a Revolução Pernambucana chegou a proclamar uma república. Esses movimentos foram reprimidos e tinham caráter regional: ainda não existia um projeto de nação unificada.
A corte portuguesa no Brasil
Em 1807, para fugir das tropas de Napoleão, a família real portuguesa deixou Lisboa escoltada pela Inglaterra e chegou ao Brasil em 1808. Logo foram abertos os portos às nações amigas, e o Rio de Janeiro virou sede da monarquia. Em 1815, o Brasil foi elevado a Reino Unido a Portugal e Algarves, o que acabou, na prática, com a condição de colônia. Em 1820, a Revolução Liberal do Porto exigiu o retorno do rei, que voltou em 1821, deixando o príncipe Pedro como regente.
Pontos principais
- A vinda da corte em 1808 minou as bases do sistema colonial
- A independência foi um acordo de elites que manteve a monarquia
- Escravidão e latifúndio permaneceram, ao contrário de ideais liberais
- O Estado foi consolidado com guerras, centralização e dependência da Inglaterra
Referências usadas: Costa; Fausto; Jancsó; Schwarcz e outras fontes listadas no último slide.
Você também pode gostar


