Catálogo › 2º ano EM › Geografia
Comércio internacional
Trocas entre países, divisão do trabalho, protecionismo e o lugar do Brasil



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Exportar, importar e a balança comercial
- Por que os países comerciam?
- Divisão internacional do trabalho
- Livre-comércio × protecionismo
- Regras e rotas do comércio
- O Brasil no comércio mundial
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Comércio internacional
Exportar, importar e a balança comercial
Primeiro, alguns conceitos. Exportar é vender bens e serviços para outros países, e importar é comprar. A balança comercial é a diferença entre o valor exportado e o importado: quando se exporta mais, há superávit; quando se importa mais, déficit. Os termos de troca comparam os preços do que um país vende com os do que ele compra. Isso é importante porque muitos países exportam commodities, produtos primários como soja e minério, cujos preços oscilam muito no mercado mundial.
Por que os países comerciam?
Dois economistas clássicos explicaram o comércio. Adam Smith, em 1776, falou das vantagens absolutas: cada país deveria produzir aquilo que faz com menor custo. David Ricardo, em 1817, foi além com as vantagens comparativas: mesmo um país que produz tudo de forma mais eficiente ganha ao se especializar naquilo em que é relativamente melhor. Seu exemplo clássico foi Portugal produzindo vinho e a Inglaterra produzindo tecidos. Críticos lembram que essa especialização pode prender países à exportação de produtos primários.
Pontos principais
- A balança comercial mede a diferença entre exportações e importações
- Smith e Ricardo explicaram os ganhos da especialização entre países
- A divisão internacional do trabalho mudou e hoje forma cadeias globais
- O Brasil exporta commodities e busca agregar valor ao que vende
Referências usadas: Krugman; Ricardo; Santos e outras fontes listadas no último slide.
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