Arte moderna brasileira
De Anita Malfatti e Tarsila ao concretismo e ao neoconcretismo



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Rompendo com o academicismo
- Marcos do Modernismo nas artes
- As fases de Tarsila do Amaral
- Citação: Oswald de Andrade
- Os anos 1930 e 1940: o país em foco
- Arquitetura moderna brasileira
- Concretismo × neoconcretismo
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Arte moderna brasileira
Rompendo com o academicismo
No início do século vinte, a arte brasileira seguia o gosto acadêmico, ensinado pela Escola Nacional de Belas Artes. As primeiras rupturas vieram com Lasar Segall, que expôs em São Paulo em 1913, e principalmente com Anita Malfatti, em 1917, com telas expressionistas como A boba e O homem amarelo. A crítica dura de Monteiro Lobato gerou polêmica e acabou unindo os futuros modernistas. As vanguardas europeias forneciam a linguagem, mas o grande desafio era criar uma arte moderna com identidade brasileira.
Marcos do Modernismo nas artes
Esta linha do tempo resume os marcos principais. Em 1922, a Semana de Arte Moderna reuniu pintores, escultores, músicos e escritores no Theatro Municipal de São Paulo, com Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Brecheret e Villa-Lobos. Em 1924, Oswald de Andrade lançou o Manifesto da Poesia Pau-Brasil. Em 1928, vieram o Abaporu e o Manifesto Antropófago. Em 1951, a primeira Bienal de São Paulo inseriu o país no circuito internacional. E, em 1959, o Manifesto Neoconcreto abriu um novo capítulo.
Pontos principais
- O modernismo rompeu com o academicismo, a partir de Segall e Anita
- A Semana de 1922 e a Antropofagia buscaram uma arte moderna e brasileira
- Nos anos 1930, Portinari e outros deram voz aos temas sociais
- Arquitetura, concretismo e neoconcretismo projetaram o Brasil no mundo
Referências usadas: Amaral; Andrade; Gullar; Zanini e outras fontes listadas no último slide.
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