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Trovadorismo
As cantigas medievais e o início da literatura em língua portuguesa



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Contexto histórico
- Poesia feita para ser cantada
- Cantigas de amor
- Cantiga de amor × cantiga de amigo
- Citação: Martim Codax
- Cantigas satíricas
- A prosa medieval
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Trovadorismo
Contexto histórico
O Trovadorismo se desenvolveu na Baixa Idade Média, entre os séculos doze e quinze, numa sociedade feudal em que a Igreja tinha enorme poder. Nessa época, Portugal se consolidava como reino e lutava contra os mouros na Reconquista. A língua das cantigas era o galego-português, falado na Galiza e no norte de Portugal. A poesia sofreu forte influência dos trovadores da Provença, no sul da França. Tradicionalmente, o marco inicial é a Cantiga da Ribeirinha, do fim do século doze, e o final é 1418, quando Fernão Lopes assume a Torre do Tombo.
Poesia feita para ser cantada
Uma característica central do Trovadorismo é a união entre poesia e música: as cantigas eram feitas para serem cantadas, acompanhadas de instrumentos. O trovador era geralmente um nobre que compunha letra e música. O jogral era um artista de origem popular que cantava e tocava, e às vezes também compunha. Grande parte das cantigas chegou até nós porque foi reunida em coletâneas chamadas cancioneiros. Os três principais são o Cancioneiro da Ajuda, o da Vaticana e o da Biblioteca Nacional de Lisboa.
Pontos principais
- O Trovadorismo é a primeira manifestação literária em galego-português
- As cantigas uniam poesia e música e foram reunidas em cancioneiros
- Líricas: de amor (eu masculino) e de amigo (eu feminino)
- Satíricas: de escárnio (indireta) e de maldizer (direta)
Referências usadas: Moisés; Saraiva; Spina e outras fontes listadas no último slide.
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