Catálogo › 1º ano EM › História
Reformas religiosas
Lutero, Calvino, Henrique VIII e a resposta católica que dividiu a cristandade



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Por que a Igreja entrou em crise?
- A Reforma Luterana
- Princípios do luteranismo
- Calvino e a predestinação
- Anglicanismo: uma reforma do rei
- A Reforma Católica (Contrarreforma)
- Consequências das reformas
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Reformas religiosas
Por que a Igreja entrou em crise?
No início do século dezesseis, havia muitas críticas à Igreja. Parte do clero vivia com luxo, havia venda de cargos, a simonia, e a venda de indulgências, que prometiam o perdão de penas pelos pecados. Os reis queriam mais poder diante do papa, e a burguesia se incomodava com a condenação do lucro e com os tributos enviados a Roma. O humanismo e a imprensa de Gutenberg ajudaram a espalhar novas ideias. E críticos como Wycliffe e Jan Hus já tinham aberto esse caminho.
A Reforma Luterana
Em 1517, o monge alemão Martinho Lutero divulgou suas noventa e cinco teses, criticando a venda de indulgências. Excomungado, ele se recusou a voltar atrás na Dieta de Worms, em 1521, e foi protegido por príncipes alemães. Traduziu a Bíblia para o alemão, para que os fiéis pudessem lê-la. Quando camponeses se revoltaram, Lutero apoiou os príncipes. Em 1555, a Paz de Augsburgo definiu que cada príncipe escolheria a religião do seu território.
Pontos principais
- Críticas ao clero, monarquias fortes e a burguesia criaram o contexto das reformas
- Lutero e Calvino defenderam a salvação pela fé e a autoridade da Bíblia
- O anglicanismo nasceu de um conflito político entre Henrique VIII e o papa
- A Igreja reagiu com Trento e os jesuítas, e a Europa ficou religiosamente dividida
Referências usadas: Delumeau; Vainfas; Weber e outras fontes listadas no último slide.
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