Povos africanos da Antiguidade
Kush, Axum, Cartago e Nok: a diversidade da África antiga além do Egito



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- África: berço da humanidade
- Alguns marcos da África antiga
- O Reino de Kush (Núbia)
- O Reino de Axum
- Cartago e a cultura Nok
- Heranças dos povos africanos antigos
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Povos africanos da Antiguidade
África: berço da humanidade
A África é considerada o berço da humanidade, porque lá foram encontrados os fósseis humanos mais antigos que conhecemos. É um continente enorme, com desertos, savanas, florestas e grandes rios, como o Nilo e o Níger. Na Antiguidade, viviam ali muitos povos diferentes, com línguas, reinos e modos de vida variados. O Egito foi muito importante, mas não foi a única civilização africana. Conhecemos esses povos por vestígios arqueológicos, inscrições, relatos de viajantes e também pelas tradições orais, histórias passadas de geração em geração.
Alguns marcos da África antiga
Vamos ver alguns marcos. Por volta de 2500 antes de Cristo, desenvolveu-se a cidade de Kerma, na região da Núbia, centro do primeiro reino de Kush. Por volta de 814 antes de Cristo, segundo a tradição, os fenícios fundaram Cartago, no norte da África. No século oitavo antes de Cristo, reis de Kush conquistaram o Egito e governaram como faraós. Entre os séculos primeiro e sétimo depois de Cristo, viveu seu auge o Reino de Axum. E, no século quarto, o rei Ezana, de Axum, adotou o cristianismo.
Pontos principais
- A África antiga teve muitos povos e reinos além do Egito
- Kush governou o Egito e se destacou pelo ferro e pelas pirâmides
- Axum enriqueceu com o comércio e adotou o cristianismo no século IV
- Cartago e Nok mostram a diversidade cultural do continente
Referências usadas: M'Bokolo; Macedo; Mokhtar e outras fontes listadas no último slide.
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