Catálogo › 1º ano EM › Filosofia
O mito da caverna, de Platão
Sombras, ideias e o caminho do conhecimento na filosofia platônica



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Platão e seu tempo
- A narrativa em etapas
- O que cada elemento simboliza
- Dois mundos em Platão
- A subida do conhecimento
- A caverna nos dias de hoje
- Lições do mito para a vida
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: O mito da caverna, de Platão
Platão e seu tempo
Platão nasceu em Atenas por volta de quatrocentos e vinte e oito antes de Cristo. Foi discípulo de Sócrates, e mais tarde mestre de Aristóteles. Fundou a Academia, uma escola de filosofia, por volta de trezentos e oitenta e sete. Escreveu seus textos em forma de diálogos, e o mais conhecido é A República, no livro sete, onde aparece o mito da caverna. Aqui, mito não significa mentira, e sim uma narrativa alegórica usada para explicar uma ideia.
A narrativa em etapas
A narrativa é contada por Sócrates a Glauco. Prisioneiros vivem acorrentados desde o nascimento, de frente para o fundo de uma caverna. Atrás deles, um fogo projeta na parede as sombras de objetos carregados por pessoas. Para eles, as sombras são a única realidade. Um prisioneiro é libertado e sobe, com dor e dificuldade, até a saída, onde a luz o ofusca. Aos poucos, ele vê o mundo de fora e, por fim, o Sol. Ele volta para contar aos outros, mas ninguém acredita, e eles o ridicularizam.
Pontos principais
- O mito da caverna aparece em A República, de Platão
- Distingue o mundo sensível, das aparências, e o mundo inteligível, das ideias
- Mostra o conhecimento como uma saída da ignorância, que exige esforço
- Ainda ajuda a pensar mídia, informação e educação
Referências usadas: Aranha; Chaui; Reale e outras fontes listadas no último slide.
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