Industrialização brasileira
Das primeiras fábricas à distribuição da indústria pelo território



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Tipos de indústria
- O início: o café financia a indústria
- Era Vargas: o Estado investe na indústria de base
- JK e o Plano de Metas (1956–1961)
- Concentração × desconcentração
- Efeitos da industrialização no território
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Industrialização brasileira
Tipos de indústria
Antes de contar a história, é importante conhecer os tipos de indústria. A indústria de base transforma matérias-primas em produtos usados por outras indústrias, como o aço e os derivados do petróleo. A de bens de capital fabrica máquinas e equipamentos. A de bens de consumo duráveis produz itens que duram anos, como carros e geladeiras. E a de bens de consumo não duráveis fabrica produtos de uso rápido, como alimentos, roupas e remédios. Essa divisão ajuda a entender cada fase da industrialização brasileira.
O início: o café financia a indústria
No século dezenove, a economia brasileira dependia principalmente da exportação de produtos agrícolas, como o café. Houve iniciativas pioneiras, como as do Barão de Mauá, que criou estaleiros, fundições e a primeira ferrovia do país, em 1854. Mas foi entre o fim do século dezenove e o início do vinte que parte do lucro do café passou a ser investida em fábricas. Surgiram indústrias leves, de tecidos, alimentos e bebidas, concentradas em São Paulo, que tinha dinheiro, ferrovias, consumidores e trabalhadores imigrantes.
Pontos principais
- A industrialização começou com o capital do café, em São Paulo
- Com Vargas, o Estado criou a indústria de base: CSN, Vale e Petrobras
- Com JK, chegaram as multinacionais e os bens de consumo duráveis
- Hoje a indústria está mais espalhada, mas o Sudeste ainda concentra muito
Referências usadas: Furtado; Ross; Santos e outras fontes listadas no último slide.
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