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Humanismo
A transição da Idade Média para o Renascimento na literatura portuguesa



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Contexto: um mundo em transição
- Fernão Lopes: o pai da historiografia portuguesa
- Trovadorismo × poesia palaciana
- O teatro de Gil Vicente
- Auto da Barca do Inferno (1517)
- Citação: Gil Vicente
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Humanismo
Contexto: um mundo em transição
O Humanismo acontece em um momento de transição. Estamos no século quinze e no início do dezesseis, entre o fim da Idade Média e o começo da Idade Moderna. A visão teocentrista, com Deus no centro, começa a dividir espaço com o antropocentrismo, que valoriza o ser humano. Em Portugal, a Revolução de Avis fortaleceu a monarquia e a burguesia, e o país iniciou a expansão marítima. A imprensa de Gutenberg também facilitou a circulação de textos. Os marcos do período são 1418 e 1527.
Fernão Lopes: o pai da historiografia portuguesa
Na prosa, o grande nome é Fernão Lopes, considerado o pai da historiografia portuguesa. Como cronista-mor do reino, ele foi encarregado de escrever a história dos reis de Portugal. A novidade é que ele pesquisava documentos e buscava a verdade dos fatos, em vez de apenas repetir lendas ou elogiar os governantes. Além disso, mostrava o povo como participante ativo da história, especialmente na Revolução de Avis. Suas principais obras são as crônicas de D. Pedro I, de D. Fernando e de D. João I.
Pontos principais
- O Humanismo marca a transição entre a Idade Média e o Renascimento
- Fernão Lopes renovou a historiografia e deu voz ao povo
- A poesia palaciana separou a poesia da música
- Gil Vicente criou o teatro português, com forte crítica social
Referências usadas: Lopes; Moisés; Saraiva; Vicente e outras fontes listadas no último slide.
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