Espelhos e lentes
Reflexão, refração, formação de imagens e correção da visão



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Reflexão e espelhos planos
- Espelhos esféricos: elementos
- Raios notáveis
- Equação de Gauss e convenção de sinais
- Refração e lentes delgadas
- Miopia × hipermetropia
- Aplicações no dia a dia
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Espelhos e lentes
Reflexão e espelhos planos
Começamos pela reflexão. Pelas leis da reflexão, o raio incidente, a normal e o raio refletido estão no mesmo plano, e o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. No espelho plano, a imagem é virtual, porque se forma no prolongamento dos raios e não pode ser projetada num anteparo. Ela é direita e do mesmo tamanho do objeto. Objeto e imagem são simétricos em relação ao plano do espelho: se você está a dois metros do espelho, sua imagem está a dois metros atrás dele. E a imagem é enantiomorfa, ou seja, troca direita e esquerda.
Espelhos esféricos: elementos
Os espelhos esféricos são calotas de esfera. No côncavo, a face refletora é a interna; no convexo, é a externa. C é o centro da esfera, V é o vértice, ponto do espelho sobre o eixo principal, e F é o foco. Nas condições de Gauss, com raios próximos do eixo e espelho de pequena abertura, o foco está no meio do caminho entre C e V, e a distância focal é metade do raio: f = R sobre 2. O espelho côncavo tem foco real e é convergente; o convexo tem foco virtual e é divergente.
Pontos principais
- Espelhos planos formam imagem virtual, direita e simétrica ao objeto
- Espelhos esféricos e lentes seguem a mesma equação: 1/f = 1/p + 1/p', com A = −p'/p
- A convenção de sinais diz se a imagem é real ou virtual, direita ou invertida
- A vergência V = 1/f explica o grau dos óculos e a correção da miopia e da hipermetropia
Referências usadas: Halliday; Nussenzveig; Young e outras fontes listadas no último slide.
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