Catálogo › 2º ano EM › Português
Concordância e regência
Casos que mais caem no ENEM e nos vestibulares, com exemplos da norma-padrão



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Concordância verbal: a regra geral
- Casos especiais de concordância verbal
- Concordância nominal
- O que é regência?
- Verbos que mais caem nas provas
- Regência e crase: como decidir
- Uso coloquial × norma-padrão
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Concordância e regência
Concordância verbal: a regra geral
Concordância é a harmonia entre as palavras. Na concordância verbal, o verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa: os alunos chegaram. Com sujeito composto antes do verbo, usamos o plural: Ana e Pedro saíram. Se o sujeito composto vem depois, o verbo pode ir ao plural ou concordar com o núcleo mais próximo. Um erro comum é esquecer a concordância quando o sujeito vem depois: o certo é chegaram as provas.
Casos especiais de concordância verbal
Agora, os casos especiais. O verbo haver no sentido de existir é impessoal e fica no singular: houve muitos problemas. O verbo fazer indicando tempo também: faz dez anos. Com o se apassivador, o verbo concorda com o sujeito: vendem-se casas. Já com o se indeterminador, junto de verbo que pede preposição, fica no singular: precisa-se de vendedores. Com expressões partitivas, como a maioria dos alunos, singular e plural são aceitos. Com porcentagem, o verbo pode concordar com o número ou com o termo seguinte.
Pontos principais
- Na concordância verbal, o verbo acompanha o núcleo do sujeito em número e pessoa
- Haver (existir) e fazer (tempo) são impessoais e ficam no singular
- Na regência, o verbo ou o nome define a preposição e pode mudar o sentido
- Crase = preposição “a” + artigo “a”; na redação, siga a norma-padrão
Referências usadas: Bechara; Cunha; Luft e outras fontes listadas no último slide.
Você também pode gostar


