Catálogo › 2º ano EM › Biologia
Classificação dos seres vivos
Taxonomia, nomenclatura binomial, reinos, domínios e filogenia



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Por que classificar os seres vivos?
- Como a classificação mudou
- As categorias taxonômicas
- Nomenclatura binomial
- Os cinco reinos de Whittaker
- Os três domínios de Woese
- Classificação filogenética
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Classificação dos seres vivos
Por que classificar os seres vivos?
A Terra abriga uma diversidade enorme de seres vivos, e os cientistas ainda descrevem novas espécies todos os anos. Para estudar tudo isso, é preciso organizar. Classificar significa reunir os organismos em grupos de acordo com características em comum e dar a cada espécie um nome único, compreendido no mundo inteiro. Hoje, a classificação também procura mostrar o parentesco evolutivo. A área que descreve e nomeia é a taxonomia, e a que estuda as relações evolutivas é a sistemática.
Como a classificação mudou
A ideia de classificar é antiga. Aristóteles, na Grécia, já agrupava os animais por características como ter ou não sangue vermelho. No século dezoito, o sueco Lineu criou a hierarquia de categorias e consolidou o uso de dois nomes em latim. Com Darwin, em 1859, as semelhanças passaram a ser explicadas pela ancestralidade comum. Em 1969, Whittaker propôs os cinco reinos, e em 1990 Carl Woese, usando dados moleculares, propôs os três domínios.
Pontos principais
- Classificar organiza a biodiversidade e dá a cada espécie um nome universal
- As categorias vão do domínio à espécie, a unidade básica da classificação
- A nomenclatura binomial usa gênero e epíteto em latim, em itálico
- Cinco reinos, três domínios e cladogramas refletem o avanço da biologia
Referências usadas: Amabis; Lopes; Reece e outras fontes listadas no último slide.
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