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Cartografia e projeções
Como representar a Terra esférica em um mapa plano, e o que se perde nisso



O que tem em cada slide
- Capa com nome e turma
- Sumário
- Cartografia: a ciência dos mapas
- Latitude e longitude
- Números da cartografia
- Como usar a escala 1:100.000
- Tipos de projeção pela superfície
- O que cada projeção preserva
- Mercator × Peters
- Você sabia?
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Resumo: Cartografia e projeções
Cartografia: a ciência dos mapas
A cartografia é a ciência e a técnica de representar o espaço geográfico em mapas, cartas e plantas. Todo mapa é uma redução e uma simplificação da realidade, e por isso depende das escolhas de quem o produz. Um bom mapa precisa ter título, legenda, escala, orientação, coordenadas e fonte. Hoje a cartografia usa imagens de satélite, GPS e Sistemas de Informação Geográfica. Um ponto importante: o mapa não é neutro, porque decidir o que fica no centro e o que aparece já expressa uma visão de mundo.
Latitude e longitude
Para localizar qualquer ponto da Terra usamos as coordenadas geográficas. A latitude é a distância em graus até a Linha do Equador e vai de zero a noventa graus, ao norte ou ao sul. Ela é medida nos paralelos, como os trópicos e os círculos polares, e ajuda a explicar o clima. A longitude é a distância em graus até o Meridiano de Greenwich e vai de zero a cento e oitenta graus, a leste ou a oeste. Ela é medida nos meridianos e é a base dos fusos horários.
Pontos principais
- A cartografia representa o espaço em mapas, que sempre são reduções e escolhas
- Latitude e longitude localizam qualquer ponto; a escala indica a redução
- Toda projeção distorce: formas, áreas ou distâncias
- Mercator preserva ângulos; Peters preserva áreas: cada uma serve a um objetivo
Referências usadas: Joly; Martinelli; Simielli e outras fontes listadas no último slide.
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